Movimentando 168
NÚMERO 168-JUNHO 2020

Matéria 06 de 09

NA IMPRENSA

Coluna da jornalista especializada Roberta Soares no Jornal do Commércio (JC), de Recife, dedica uma página inteira à proposta do Sistema Único de Mobilidade Urbana Sustentável (SUM)

A coluna da jornalista especializada Roberta Soares no Jornal do Commércio (JC), de Recife, dedicou uma página inteira ao Sistema Único de Mobilidade Urbana Sustentável, uma proposta construída pelo Instituto MDT. A matéria, editada com cuidados editoriais e gráficos de muita qualidade, recebeu um título instigante, que, de uma maneira bem feliz, sintetiza a origem da proposta: Um SUS para a mobilidade urbana brasileira. Com o seguinte subtítulo: A hora e a vez do SUM - o Sistema Único da Mobilidade Urbana Sustentável. Esse é o tema da quarta e última reportagem da série o futuro do transporte público no pós-pandemia. A edição mostra também, de maneira objetiva e facilmente compreensível, alguns dos pontos básicos e principais do SUS.

Sob a rubrica Futuro do transporte público, a coluna da jornalista especializada Roberta Soares no Jornal do Commércio (JC), de Recife, dedicou uma página inteira ao Sistema Único de Mobilidade Urbana Sustentável, uma proposta construída pelo Instituto MDT.

A matéria, editada com cuidados editoriais e gráficos de muita qualidade, recebeu um título instigante, que, de uma maneira bem feliz, sintetiza a origem da proposta: Um SUS para a mobilidade urbana brasileira. Com o seguinte subtítulo: A hora e a vez do SUM - o Sistema Único da Mobilidade Urbana Sustentável. Esse é o tema da quarta e última reportagem da série o futuro do transporte público no pós-pandemia. A edição mostra também, de maneira objetiva e facilmente compreensível, alguns dos pontos básicos e principais do SUS.

Ouvido para a reportagem, o diretor nacional do Instituto MDT afirmou: “A transferência da gestão do transporte público coletivo brasileiro do governo federal para os municípios foi importante – e nós lutamos por isso –, mas as cidades receberam apenas as atribuições, não o dinheiro. e o desmonte dos sistemas de transporte começou nos anos 1990. costumo dizer que vivemos uma anarquia. o transporte público coletivo é um direito social e é um serviço essencial – a pandemia do coronavírus, inclusive, fortaleceu essa percepção –, mas a nação o ignora. Faltam ações interfederativas. Por isso a urgência do SUM”.

Nazareno Affonso disse também: “Os investimentos construídos ao longo de corredores estruturais de transporte precisam ser taxados, já que usufruem diretamente dos benefícios do sistema. Essa é a lógica. Também defendemos uma nova política de estacionamento. As vagas existentes nas ruas e avenidas deixariam de ser um comércio para virar uma concessão pública. Seriam licitadas e a empresa escolhida para explorar o serviço teria que destinar uma taxa pré-estabelecida para o fundo do SUM”.

Em outro ponto da reportagem, ele explicou: “O serviço de transporte público foi e é um dos pilares no enfrentamento da pandemia do coronavírus. Devemos nos preparar para ampliar os serviços, reduzir as tarifas pagas pelos usuários, incluir milhares de desempregados e todos aqueles que serão prejudicados pela atual crise, principalmente, aqueles que mais precisam, contribuindo para a reconstrução do País, após a crise do coronavírus”.

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